
Que se tem sem ter trabalho?
Muito pouco, quase nada
Pois se é o que se faz.
“Sem trabalho não sou nada
Não tenho dignidade”,
Pois se o corpo está parado
Na cabeça não há paz.
Meu trabalho me consome
Mas meus sonhos de consumo
Me conduzem sempre avante:
Homem cem por cento aço
O trabalho às seis se encerra
Eu só quero ir pra casa
Encontrar quem lá me espera
Encontrar-me em teu abraço.
Inspirado em “Música de Trabalho”, de Renato Russo.
A Crise do Sistema de Trabalho
Dando continuidade ao post anterior hoje quero falar da crise do sistema de trabalho: as novas formas de produção, que nem são novas mais, cada vez mais automatizadas dispensam o trabalho humano e em seu lugar, entra a máquina inteligente. Com isso, destroem-se postos de trabalho e tornam-se os trabalhadores descartáveis, criando um imenso exército de excluídos em todas as sociedades mundiais. Do ponto de vista político e de nossos políticos isso não é de tudo ruim, afinal o governo tem muitos programas sociais e muitas “bolsas $” pros pobres e desempregados. Mas essa mundança na própria natureza do processo tecnológico demanda um novo padrão civilizatório. Temos que criar um novo modelo de desenvolvimento social associado a um crescimento econômico na mesma proporção. Haverá desenvolvimento sem trabalho, isso é certo. Mas a grande questão será o trabalho – esse no futuro será sim o luxo de alguns poucos – e eu quero ainda estar entre esses poucos. Então como lidar com o ócio? Como passar de uma sociedade de pleno emprego, mesmo que o número de desempregados ainda seja grande, para uma sociedade de plena atividade que garanta a subsistência individual? Como fazer com que o ócio seja criativo, realizador das virtualidades humanas? Estamos preparados para esse salto de qualidade rumo à plena expressão humana? Como eu realmente não sei. Mas sabe de uma coisa? Se formos esperar que estejamos preparados, isso não vai acontecer nunca. Quem sabe não seja eu ou você a parir essa ideía de como se daria esse processo? topa a pensar nisso seriamente?
Você pode me perguntar: mas Jason, você tem certeza que essa realidade é para nós brasileiros? Pra quando? E essa enorme bifurcação na sociedade brasileira? Apontada no post anterior? O que faremos com a enorme massa de desqualificados e desempregados? É meus queridos parece utopia. E essa pergunta é pertinente. Mas há pessoas discutindo isso e nós também, ainda que estamos jovens, e que de certa forma nos projetamos no futuro, e se assim o é, temos sim que pensar em como sermos criativos, até mesmo como possibilidade de ter uma vida mais prazerosa e saudável. E não é só pensar, mas sim participar desse processo que mais ou cedo ou mais tarde chegará.
Você já pensou nisso? Ou prefere ficar aí alienado, à margem de tudo, pensando que isso não tem nada a ver com você?
O País que sonhamos, passa pela suas mãos e consciência! No ano de 2010 a gente tem que votar. Seu voto faz o país que temos e constrói o país do futuro. Pense nisso! NÃO ANULE SEU VOTO!
Jason Waider, o próprio
Dando continuidade ao post anterior hoje quero falar da crise do sistema de trabalho: as novas formas de produção, que nem são novas mais, cada vez mais automatizadas dispensam o trabalho humano e em seu lugar, entra a máquina inteligente. Com isso, destroem-se postos de trabalho e tornam-se os trabalhadores descartáveis, criando um imenso exército de excluídos em todas as sociedades mundiais. Do ponto de vista político e de nossos políticos isso não é de tudo ruim, afinal o governo tem muitos programas sociais e muitas “bolsas $” pros pobres e desempregados. Mas essa mundança na própria natureza do processo tecnológico demanda um novo padrão civilizatório. Temos que criar um novo modelo de desenvolvimento social associado a um crescimento econômico na mesma proporção. Haverá desenvolvimento sem trabalho, isso é certo. Mas a grande questão será o trabalho – esse no futuro será sim o luxo de alguns poucos – e eu quero ainda estar entre esses poucos. Então como lidar com o ócio? Como passar de uma sociedade de pleno emprego, mesmo que o número de desempregados ainda seja grande, para uma sociedade de plena atividade que garanta a subsistência individual? Como fazer com que o ócio seja criativo, realizador das virtualidades humanas? Estamos preparados para esse salto de qualidade rumo à plena expressão humana? Como eu realmente não sei. Mas sabe de uma coisa? Se formos esperar que estejamos preparados, isso não vai acontecer nunca. Quem sabe não seja eu ou você a parir essa ideía de como se daria esse processo? topa a pensar nisso seriamente?
Você pode me perguntar: mas Jason, você tem certeza que essa realidade é para nós brasileiros? Pra quando? E essa enorme bifurcação na sociedade brasileira? Apontada no post anterior? O que faremos com a enorme massa de desqualificados e desempregados? É meus queridos parece utopia. E essa pergunta é pertinente. Mas há pessoas discutindo isso e nós também, ainda que estamos jovens, e que de certa forma nos projetamos no futuro, e se assim o é, temos sim que pensar em como sermos criativos, até mesmo como possibilidade de ter uma vida mais prazerosa e saudável. E não é só pensar, mas sim participar desse processo que mais ou cedo ou mais tarde chegará.
Você já pensou nisso? Ou prefere ficar aí alienado, à margem de tudo, pensando que isso não tem nada a ver com você?
O País que sonhamos, passa pela suas mãos e consciência! No ano de 2010 a gente tem que votar. Seu voto faz o país que temos e constrói o país do futuro. Pense nisso! NÃO ANULE SEU VOTO!
Jason Waider, o próprio