
Queridos amigos seguidores e leitores o post de hoje é pra responder as perguntas deixadas pra nós no post QUAL A PERGUNTA...?
Vamos lá.
A Joyce _ do Whatever U like nos perguntou sobre nossa comida preferida.
Alê: meu prato predileto, hummm comer é bom, muito bom mesmo, gosto de tudo. Mas adoro massa. E o Jay sabe fazer um nhoc divino, dos deuses. Adoro salada, muita salada. Comida preferida: massa.
Jay: Fettuchini Alfredo é meu prato preferido. Adoro salada, sempre. Carne branca. Mas convenhamos um arroz com feijão e salada de tomates e um pedacinho de carne branca, as vezes é o prato dos deuses.
Alê: meu prato predileto, hummm comer é bom, muito bom mesmo, gosto de tudo. Mas adoro massa. E o Jay sabe fazer um nhoc divino, dos deuses. Adoro salada, muita salada. Comida preferida: massa.
Jay: Fettuchini Alfredo é meu prato preferido. Adoro salada, sempre. Carne branca. Mas convenhamos um arroz com feijão e salada de tomates e um pedacinho de carne branca, as vezes é o prato dos deuses.
O Ryan _ do Ryan Zamperlini, fez uma pergunta danada de díficil. Cascuda como disse o Alê kkkk.
Com o passar do tempo, dividir tudo se torna um pouco cansativo? Mesmo que seja as vezes? Gostaria de ouvir a resposta de cada um de vocês dois...
Jay: Nossa Ryan! Que complicado. Nunca pensei nisso. Cansativo? Não sei. No início me parecia mais complicado que hoje. Viver junto é um casamento. Tem fases e fases e a rotina é uma constante. É preciso ter dinamismo, humor aguçado. Agora se você quer saber se as vezes eu penso, em determinadas situações, “ah se eu morasse sozinho isso seria melhor, mais fácil”, isso sim. Tem hora que nem budha no ápice de sua meditação suportaria. Coisas de comunhão de vida, de cumplicidade, de envolvimento. Ciúmes, impaciência ou implicancia, quanto mais a gente ama, mais aberto as essas “humanidades” a gente fica. Se você me perguntasse se vale a pena, eu diria sim. Se de antemão, me dissesse como seria um relacionamento a dois e me dissesse só os detalhes negativos e mantivesse os bons sob sígilo e me perguntasse você aceita encarar o mistério? Eu diria que sim. Gosto de estar com alguém.
Alê: Eu concordo com o Jay disse, mas que pergunta mais cascuda Ryan hauhauhauhau. Bom vou dizer a partir de minha experiência com o Jay, quase 3 anos de cumplicidade, de amor de muitas coisas boas e de coisas negativas também. Conviver com o Jay pra mim nunca foi cansativo, talvez pela dinamicidade de nossas vidas. A gente tenta vencer a rotina sempre. Criatividade é sempre a melhor saída. E algo que tem feito muito bem pra nós ultimamente tem sido o blog, ou seja os amigos virtuais. Mas tipo assim, já teve momentos que eu pensei que era melhor dar um tempo, claro que já pensei, mas acho natural e é sinal de que estamos avaliando a nossa relação. Enfim, acho que tá longe de eu me cansar do Jay.
O Amigo Paulo Braccini _ do Enfim, é o que temos pra hoje. Fez uma pergunta tripla. bem intimista ... como se conheceram? Como nasceu esta cumplicidade ... como alimentam e compartilham isto?
Jay: Amigo Paulo, nos conhecemos na faculdade. Seis meses depois de formado eu fui convidado pra um evento na faculdade foi quando nos conhecemos. Eu notei o Alê, ele me notou. Mas não falamos nada um com o outro. Depois desse primeiro contato visual, o Alê, três semanas depois me encontra por acaso no Hall da faculdade e decide se aproximar.... essa história foi maravilhasamente bem descrita pelo Alê no post de 26 de Maio de 2009 com o título Alê escreveu. Pra quem não leu vale a pena conferir. O Alê conseguiu capitar cada detallhe do momento, o meu medo e constrangimento, a insegurança. Veja lá no arquivo do blog. Vocês não vão se arrepender.
Como nasceu a cumplicidade? Nasceu por descobrirmos como sonhar um o sonho um do outro, sem abandonar os seus próprios sonhos. E como Alimentamos essa cumplicidade? Com diálogo, ternura, criatividade e dinamismo. Gostamos da companhia um do outro. Nos divertimos juntos. Cuidamos um do outro com carinho. Somos amigos e isso é o mais importante. Descobrimos que a presença um do outro em vários momentos por si só, vale mais que dormir junto, que namorar e outras coisas. A cumplicidade está na capacidade que temos de ler a alma um do outro. E como compartilhamos isso? Com alegria e bom humor. Essa alegria e bom humor, não impede os momentos de conflitos. Ser humano, já significa “ser em conflito” e quando dois se juntam, ou aprendem a conviver e a partilhar ou se estragulam. Nós dois aprendemos a conviver e é bom, muito bom e gostoso.
Jay: Amigo Paulo, nos conhecemos na faculdade. Seis meses depois de formado eu fui convidado pra um evento na faculdade foi quando nos conhecemos. Eu notei o Alê, ele me notou. Mas não falamos nada um com o outro. Depois desse primeiro contato visual, o Alê, três semanas depois me encontra por acaso no Hall da faculdade e decide se aproximar.... essa história foi maravilhasamente bem descrita pelo Alê no post de 26 de Maio de 2009 com o título Alê escreveu. Pra quem não leu vale a pena conferir. O Alê conseguiu capitar cada detallhe do momento, o meu medo e constrangimento, a insegurança. Veja lá no arquivo do blog. Vocês não vão se arrepender.
Como nasceu a cumplicidade? Nasceu por descobrirmos como sonhar um o sonho um do outro, sem abandonar os seus próprios sonhos. E como Alimentamos essa cumplicidade? Com diálogo, ternura, criatividade e dinamismo. Gostamos da companhia um do outro. Nos divertimos juntos. Cuidamos um do outro com carinho. Somos amigos e isso é o mais importante. Descobrimos que a presença um do outro em vários momentos por si só, vale mais que dormir junto, que namorar e outras coisas. A cumplicidade está na capacidade que temos de ler a alma um do outro. E como compartilhamos isso? Com alegria e bom humor. Essa alegria e bom humor, não impede os momentos de conflitos. Ser humano, já significa “ser em conflito” e quando dois se juntam, ou aprendem a conviver e a partilhar ou se estragulam. Nós dois aprendemos a conviver e é bom, muito bom e gostoso.
O Guy Franco _ do Canudos Coloridos perguntou sobre afeto e pediu indicação de livros
Bom, como eu tinha bigode até ontem hahauhauhu zuera pura! Vou responder eu mesmo, porque o Alê não tem bigode. Sobre o afeto. Afeto é uma questão que requer cuidado. Existe uma tendência quase natural em transformamos afeto em afetação. Dessa forma, somos carinhosos, atenciosos um com o outro. Somos amáveis. E decidimos que a melhor forma de nos amarmos e sermos felizes, seria não nos espelhando em outros, mas em nossos próprios limites e fraquezas. Nesse sentido, sempre nos preocupamos quando alguém nos toma como referêncial. A gente tem plena consciência que tudo pode chegar a um fim. E se na semana que vem a gente fizer um post dizendo que chegou o fim. Muitos vão dizer, eu sabia, durou até demais, com aquela melosidade toda e tals... outros talvez vão ficar tristes e surpresos. Mas pode acontecer, não pode? É ai que entra nosso afeto e amor um pelo outro. Reconhecemos nossos limites e os limites impostos pelo meio social. Por mais que eu queira estar intimamente com o Alê num restaurante ou em qualquer outro lugar público, tipo, tocá-lo ou beijá-lo, eu não o faço mesmo que desejemos isso. Isso não acontece. Mas sabemos do afeto e do carinho que temos um pelo outro. O afeto nem sempre tem que ser demonstrado, os verdadeiros amantes sabem disso. O olhar diz por si só.
Livros: vou indicar 3. Não é de literatura homoafetiva. Mas podemos fazer uma leitura aplicada a nossa condição de vida.
1. Amar é preciso: Um caminho para a vida a dois. Maria H. Matarazzo
2. Descobrindo o Eu e o Outro. Clark. E. Moustakas
3. O Segredo do amor eterno. J. Powell
Esses livros principalmente, eu e Alê lemos juntos, quando assim não foi a gente partilhou um com o outro, esclarecemos e associamos fatos à nossa própria vida e relação. Isso nos fez crescer como pessoas, nos ajudou a superar muitos limites e a entender que mesmo morando juntos, precisamos de nossos momentos a sós, temos necessidade de ter nossa privacidade. E acima de tudo ter personalidade e identidade própria. E isso amigos, requer esforço, paciência e aceitação daquilo que o outro é.
É isso amigos. Bju nosso.
Livros: vou indicar 3. Não é de literatura homoafetiva. Mas podemos fazer uma leitura aplicada a nossa condição de vida.
1. Amar é preciso: Um caminho para a vida a dois. Maria H. Matarazzo
2. Descobrindo o Eu e o Outro. Clark. E. Moustakas
3. O Segredo do amor eterno. J. Powell
Esses livros principalmente, eu e Alê lemos juntos, quando assim não foi a gente partilhou um com o outro, esclarecemos e associamos fatos à nossa própria vida e relação. Isso nos fez crescer como pessoas, nos ajudou a superar muitos limites e a entender que mesmo morando juntos, precisamos de nossos momentos a sós, temos necessidade de ter nossa privacidade. E acima de tudo ter personalidade e identidade própria. E isso amigos, requer esforço, paciência e aceitação daquilo que o outro é.