
Onde começa o teu encanto, começou o meu beijo.
Quando você se entregou em meus braços te acolhi
E dentro dos teus olhos contemplei meu coração.
Qual não foi minha surpresa ao ver junto do meu o teu também.
Eu sei, é amor, é amor!
By me, Alessandro S. Dalmeno / Alê
Obrigado meu gato, eu não sabia que você era poeta, que lindo!!!! bju meu.
O Amor traz segurança...
Quando comecei com esse negócio de blog, eu tinha tirado 15 dias férias, eu precisava. Então tive a idéia de escrever sobre mim, isso tomou tanto tempo que o Alê ficou com cíumes. Mas nesse meu período de férias a gente tinha planejado ir 5 dias pra Costa do Sauípe e lá fomos nós...
Foi bom, muito bom. Muito amor, romantismo, carinho, diversão e tals. E apesar de eu as vezes lembrar do blog e dos amigos blogueiros eu não dei um “pio” sobre blog. Quando a gente voltava pra casa, esperando aqueles vôos chatos de madrugada, quando são mais baratos, ele me perguntou: Tudo bem? E eu disse sim claro. Aham, ele disse. Estranho, em casa você estava tão empolgado com o tal blog e nesses dias você não disse nada. E eu disse: você não me deu chance, seu bobo! E depois pra quê me preocupar com o blog que tá lá me esperando se você esta aqui? E ele sorriu amavelmente e muito cansado, como eu também estava.
Gente o Alê tem energia demais, três dias de agitos, praia e baladas. Wow! Ainda bem que moramos em Brasília, aqui as coisas são mais devagar. Ainda bem!
Hora do embarque, entramos no avião, sabe aquele medinho. Só de ser TAM, a gente sempre lembra de bobagens. Sentamos naquele lado de duas poltronas, nos ajeitamos, poucas pessoas no vôo. E o Alê me diz: eu te amo. Obrigado por tudo de bom que a gente viveu nesses dias. Eu olhei pra ele assim sem dizer nada, mas me deu um medo maior ainda. Você sabe que eu te amo né? Ele pergunta. Eu de novo olhei pra ele e fiz o sinal de nosso beijo com os olhos. Eu senti que ele estava com medo também e eu não quis passar mais medo pra ele ainda. Apertei a mão dele e perguntei: Por que você esta falando isso? Ele respondeu: nada, nada não. Só queria te dizer de novo. Meus olhos pesavam... encostei-me nele e dormi. Eu nem vi a gente levantar vôo. Daí a pouco me desperto, tudo calmo. Vôo tranquilo, um silêncio enorme. O Alê dormia, sua face parecia a de um anjo, vermelha pelos dias exposto ao sol. Passei minha mão suavemente sobre a mão dele. E pensei comigo, eu também te amo, more than you’ll ever know. Daí a pouco o comandante avisa que vamos aterrizar em poucos minutos. O meu medo aumentou e muito. Olhei pro Alê que dormia calmamente e nem havia escutado o aviso. Eu tive medo que tudo terminasse ali daquele jeito. Nessas horas passa tanta coisa na cabeça da gente. E se o piloto vacilar? Se algo der errado?
Alê, Alê, acorda, acorda.
Oi, o quê, já chegamos?
Não, mas estamos chegando. E ele resmungou unhum, unhum, deixa eu dormir mais um pouquinho. E eu cochichei no ouvido dele: estou com medo. Ele nem abriu os olhos, o sono devia mesmo ser muito. Mas ele passou o braço por sobre meus ombros, me aproximou mais dele e apenas resmungou: eu to aqui com vc, não precisa ter medo, não. E continuou dormindo.
E sabe que eu me senti seguro...
Obrigado a todos que comentaram o post "Armário."
Os comentários foram todos democráticos e positivos. Eu e Alê lemos todos e queremos tornar esse espaço cada vez mais interativo e dinâmico.
By me >> Jason Waider